quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Resumo do artigo:

Para que serve a Matemática?
Underwood Dudley

O texto tenta trazer alguns pontos que procuram explicar a importância da Matemática, não apenas a aritmética, com suas operações fundamentais, mas, as álgebras, geometrias, trigonometrias e assim por diante. Como defesa de que se deve ensinar álgebra no ensino, utiliza-se o argumento de que existe um acordo tácito para isto.
Mito: Quase todas as ocupações exigem um pouquinho de Matemática.
Realidade: A verdade é o oposto disto.
Durante todo o texto o autor procura defender essas duas afirmações, trazendo afirmações, por vezes, condizentes que proferem a ideia de que para um emprego, na atual sociedade, pouco se usa da matemática.
É interessante observar que a matemática não é vista como útil para muitos casos de trabalhos modernos, porém, serve como justificativa para muitos fenômenos que acontecem.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Resumo do artigo:

Tecnologias e Professores de Matemática: usos e desafios

Profa. Eguimara Selma Branco
Profa. Dra. Suely Scherer

Um trabalho que aborda a utilização das TIC’s para a construção de conceitos matemáticos através de softwares, em grupos colaborativos. Este artigo é parte de uma dissertação de mestrado que conta com a participação de muitos professores que colaboram nas discussões.
Uma vantagem abordada pela professora contempla o fato de essas tecnologias ultrapassarem as barreiras da sala de aula.
Muitos professores, a autora aborda, não estão satisfeitos com os resultados alcançados e almejam melhoras, neste contexto, eles buscam em formações continuadas aperfeiçoar a qualidade de suas aulas.
Baseada nos dizeres de Kenski (2003), a autora coloca que a tecnologia é um grande desafio para os professores e para a escola, já que é preciso atualizar-se constantemente frente a estes aspectos.
Os professores, que não possuem coragem suficiente para mudanças, permanecem em suas zonas de conforto, onde quase tudo é conhecido por ele e controlável.
Levy trás o professor como um agente que está influente em todos os setores da escola.
Uma vantagem de trabalhar em grupos colaborativos é a de que todos os presentes assumem um papel protagonista no processo, assim, é mais fácil lidar com problemas que individualmente.
Bairral (2001) trás “prática-reflexão-ação-prática” como um ciclo fundamental para a prática docente.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013


RESUMO DO ARTIGO:

GEOGEBRA: UMA PROPOSTA PARA O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE
MATEMÁTICA

                                                             Um trabalho de:                                  Juliana Batista Pereira
Daniela Renata Jacobsen
Gabriele Machado

O trabalho foi realizado com base na experiência de algumas alunas de um curso de Licenciatura em Matemática em atividades realizadas com uma 1ª série de ensino Médio, cujo conteúdo a ser trabalhado era Semelhança de Triângulos e o objetivo era de que esses alunos tivessem a capacidade de relacionar as figuras com a sua realidade.
Quando as autoras comentam sobre os materiais, aparece uma ideia relevante: não é modificando o outro que possibilitamos saber a ele, mas auxiliando para que ele desenvolva seus próprios valores.
Para Manoel Moran, educar é prestar auxilio para que todos envolvidos na educação estejam no ato de aprender permanentemente.
Para Soraia Aparecida de Oliveira, ensinar é desenvolver, dentro da Matemática, o raciocínio lógico, estimular o pensamento e a capacidade de resolver problemas.
A escola tem o seu papel em possibilitar ao aluno todo este pensar crítico, social, além do conteúdo previsto no currículo.
As autoras defendem que há avanço na educação quando se consegue adaptar os conteúdos previstos à realidade do aluno, Moran defende que esse avanço se dá com o uso auxiliar da tecnologia. Esse mesmo autor destaca que não se podem dar aulas iguais para alunos diferentes.
No artigo, é defendido que os professores devem estar em constante formação, visto que a sociedade também está e a tecnologia está integralmente relacionada com esses fenômenos.
O software GeoGebra criado por Markus Hohenwarterz em 2001 é apresentado de forma rápida e textual e mostrada uma defesa a ele, em função de sua versatilidade.
Assim, as autoras descrevem a atividade desenvolvida por elas:
Uma grande preocupação na preparação da aula foi a de que ela se tornasse atrativa para aqueles alunos da primeira Série do Ensino Médio, dessa maneira, optou-se por trabalhar com o GeoGebra.
O procedimento foi o seguinte:
Primeiro foram construídos dois triângulos com medidas pré-estabelecidas.
Algumas questões foram propostas, para resolvê-las, algumas relações trigonométricas foram utilizadas para relacionar os ângulos.
No entanto, o objetivo era que eles contemplassem e deduzissem o conceito de Semelhança de Triângulo.
Por fim, foi sugerida uma página da internet para que eles pudessem aplicar o conceito aprendido de forma “divertida”

Dessa maneira, pôde-se observar que o foco das autora estava mais em conquistar os alunos e atribuir significado ao conteúdo trabalhado.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E O “DESINTERESSE” DO ALUNO: CAUSA OU CONSEQUÊNCIA?

GT 01 – Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais

Loriége Pessoa Bitencourt

Este artigo foi baseado em uma pesquisa que a autora fez em um colégio. O tema principal está relacionado a um estudo acerca da participação dos alunos no decorrer de uma aula de matemática.
De início, é feito um levante teórico, com algumas críticas às aulas expositivas, trazendo alguns questionamentos sobre o que faz os alunos se tornarem não participativos, não críticos, durante as aulas. O principal fator levantado pela autora foi o de que os métodos que os professores, que possuem tais problemas com os alunos, iniba o raciocínio dos alunos, estimule-o a decorar fórmulas respostas, o que, dentro de alguns anos, tais conhecimentos, fatalmente cairiam no esquecimento.
A pesquisa foi realizada em um colégio, em uma turma de 7º ano, na visão dos professores, com alunos completamente desinteressados, desmotivados. Para começo foi desenvolvido um questionário que tratava sobre o interesse deles para com a aula de Matemática e, em seguida, o interesse para com a escola. Dentre as resposta a maior parte da turma encontrava-se desinteressada em relação à disciplina e à escola, porém a abnegação para com a Matemática era um pouco maior.
Para tentar observar uma alternativa para contornar essa situação, a autora propôs algumas aulas sobre geometria com materiais manipuláveis e procurou que o foco da aula se encontrasse nos alunos.
No artigo, narra-se que foi uma experiência muito proveitosa, pois os alunos mudaram “da água para o vinho” e, isso foi argumentado como um reflexo da prática letiva de modo distinto.

Por fim, a autora trás alguns comentários acerca dos resultados, advogando que o professor, quando está com uma turma com problemas de desinteresse, precisa fazer a sua meia culpa e tentar tomar uma atitude diferente, pois não dá para exigir resultados distintos se as posturas são as mesmas.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

SER PROFESSOR INICIANTE: UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA DOCÊNCIA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA
Natal Lânia Roque Fernandes
Ricardo da Silva Pedrosa

Os autores fizeram um trabalho bibliográfico com base nas teorias de Hall, Nóvoa e Motta.
A ideia central do artigo está em: “dar voz e vez ao professor iniciante”.
Uma ideia que é ressaltada no texto contempla a importância de um professor, depois de formado e durante a sua formação, aperfeiçoar-se constantemente, daí o aumento na demanda nos cursos de formação de professores.
Como o mundo muda constantemente, frequentemente novas coisas surgem para se fazer conhecimento, assim, para manter-se atualizado, é preciso ser um “eterno aprendiz”.
O principal desafio, apontado pelo texto, ao professor, permeia a desvalorização sofrida pelo professor, como o baixo salário e carga horária elevada, currículo extenso a se cumprir.
Um dado interessante, em 2008 haviam 108899 para professores de Matemática, no entanto, 43204 ocupavam essas vagas, logo, estes ocupantes dispunham de muito mais serviço a ser prestado.
Os autores propuseram que alguns professores recém formados fizessem algumas autobiografias. Com base nelas, em dado momento, os autores levantam alguns questionamentos que interferem fortemente na vida docente:
·         Porque escolher esta profissão?
·         Como estão se tornando professores?
·         Qual é o perfil de docentes que eles adotam para si?
·         Quais dificuldades eles enfrentam?
·         Que influência a formação inicial teve para a sua formação?

Os autores defendem que a escola é um espaço de convivialidade. Ressaltam um papel social da escola, onde ela deve preparar o aluno para viver em sociedade (empregos, valores...).
Dentre os entrevistados, a identificação com a disciplina Matemática foi o principal motivo para o ingresso na faculdade, em segundo, o anseio de uma ascensão social.
É colocado um fato, dentre os professores que lecionam matemática, muitos são formados em outras áreas, o que desvaloriza o licenciado professor.

De modo geral, são vários os fatores que conduzem uma pessoa a escolher o caminho das licenciaturas, seja por influência familiar, endógena, anseio de “subir na vida”, curiosidade. Por fim, apesar das críticas, os autores defendem que é gratificante a profissão de professor.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Análise de artigo


EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: Uma negociação em sala de aula
Autor: Prof. Me. Allan Gomes dos Santos


De início, o autor, coloca um pequeno trecho, destacado, cujo foco está na afirmação de que muitos cientistas compreendem de maneira nebulosa a matemática.
O artigo trás uma visão da educação como uma estratégia de transformação social. A consistência e a utilidade de um conhecimento, por parte dos alunos, permeiam uma demanda muito grande de questionamentos acerca do ensino da matemática e ciências afins.
Em Educação Matemática, muito tem se discutido a fim de viabilizar, tornar-se possível, a existência de com o ensino, a aprendizagem, ou seja, o objetivo do ensino; essas discussões têm produzidos frutos na área educacional, neste sentido, as estratégias de ensino que são inerentes às metodologias (alternativas de ensino da matemática).
Sobretudo, apenas discussões sobre metodologias não tem gerado suficiência, até porque, a educação conta com muitos fatores que estão presentes diariamente na prática letiva; primeiramente, os alunos e professores são seres humanos, possuem emoções, sentimentos, entre outras características que tornam o caminho um pouco mais complicado; em segundo, existe um sistema que integra toda a educação, com o intuito da organização, que interfere diretamente no modo como se conduzirá a aula. Assim, se faz necessária uma discussão que considere as “relações” entre o professor, o aluno e o conhecimento abordado.
O texto versa sobre um “novo paradigma da educação”, neste, o professor trabalha com uma postura de educador/ negociador de frente aos alunos, compartilhando suas experiências para o aluno construir seu conhecimento.
O foco do trabalho do professor está em fazer negociações com os alunos para que eles possam gozar do alcance dos objetivos; o profissional da educação faz isto, aproximando os alunos do saber, e “reescrevendo” o saber com “pitadas” de didática para torná-lo mais acessível aos estudantes.
Algumas questões são propostas para que haja uma transformação: o que está sendo ensinado? Como se dá sua estrutura? Seu significado? Com isso pode ser atingido (s) o (s) objetivo (s) da educação?
Assumindo uma postura de que “Educar é Transformar”, é redundante, mas é necessário que exista uma transformação e, para isto, é essencial que haja um desequilíbrio e que os alunos procurem recuperá-lo, recuperando-o, o conhecimento, então, é construído.

O professor negociador deve utilizar de argumentos bons o bastante para trazer o aluno para esta negociação, a partir daí, se possibilitarão as transformações.

sábado, 31 de agosto de 2013

EXPLORAÇAO E ANÁLISE DE SOFTWARES EDUCACIONAIS DE DOMÍNIO PÚBLICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA
Rosa Maria Machado
Otítia Terezinha W. Paques
Maria Lúcia Bontorim Queiroz
Maria Zoraide M. C. Soares
A obra toda foi baseada em uma oficina preparada para pessoas que vão ensinar Matemática.
A proposta da oficina é fazer uma defesa à utilização dos softwares no ensino da Matemática, para tanto, de início se trás alguns argumentos bem genéricos:
Fazendo uma boa seleção dos softwares nos Laboratórios de Ensino de Matemática, torna-se possível:
·         Desperta o interesse dos alunos;
·         Auxilia na resolução de problemas;
·         Permite que os alunos fiquem atentos ao conteúdo que está sendo desenvolvido, contando com a participação dos mesmos;
·         Permite investigações matemáticas, favorecendo conjecturas e análise dos resultados obtidos;
·         Atribui significado ao conteúdo desenvolvido;
·         Agiliza as atividades tradicionais desenvolvidas com lápis e papel, favorecendo maior dinamismo às aulas.
Uma ideia adjacente está pautada também no desenvolvimento do professor, afinal, utilizando tais alternativas, possibilita ao professor outra forma de analisar os métodos não tradicionais de ensino, podendo “desenerir-se” de alguns mitos de aprendizagem dos alunos.
As principais defesas quanto a utilização de programas computacionais encontram-se voltadas a tornar o aluno um ser ativo na construção de seus conhecimentos.
Quanto aos softwares descritos:
MPP: Mathematics Plotting Package, elaborado por Howard Penn, professor da Academia Naval dos Estados Unidos.
Winplot, Wingeom, Winmat, elaborados no projeto Peanuts da Universidade de Exeter-USA, sob a orientação do Professor Richard Parris.
Calíope, elaborado no projeto PIBIC/CNPq da Universidade Estadual de Campinas, sob a orientaçãoo da Professora Rosa Maria Machado.
Super LOGO 3.0, desenvolvido no Massachusetts Institute of Technology (MIT) pelo Professor Seymour Papert e no Brasil encontra-se sob a responsabilidade do Núcleo de Informática Aplicada à Educação-NIED/UNICAMP.
MuPAD, elaborado por um grupo de pesquisadores da Universidade de Paderborn, Alemanha.
RuimFig e Doorzein, elaborado por um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Utrecht-Holanda.
Torre de Hanoi, este aplicativo foi desenvolvidos pelo Laboratório de Educação Matemática-USP.
Desse modo, esses softwares são alternativas para se ensinar a Matemática, de ensinos Fundamental, Médio e Superior.